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Polonesa diz que tentará fazer sexo com 100 mil homens

Uma polonesa de 21 anos disse que pretende fazer sexo com 100 mil homens ao redor do mundo para entrar para o livro dos recordes.

Ania Lisewska, que mora em Varsóvia, na Polônia, disse que planeja dormir com homens de diferentes cidades do mundo.

“Eu quero os homens da Polônia, da Europa e de todo o mundo. Eu adoro sexo, diversão e homens”, afirmou.

“Na Polónia, o sexo ainda é um tabu e qualquer pessoa que queira realizar suas fantasias sexuais é considerada um pervertido, uma prostituta ou doente mental”, acrescentou ela.

Ania disse que começou a maratona no mês passado em Varsóvia e não vai parar até que ela atinja seu objetivo.
“Vou visitar todas as cidades da Polônia, Quando alcançar o feito, vou começar a viajar para o exterior”, disse a jovem, destacando que cada relação demora cerca de 20 minutos.

No entanto o objetivo de Ania é quase impossível de ser alcançado. Mesmo que fizesse sexo com 30 homens por dia, Ania levaria quase dez anos para atingir a meta.

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Fonte: G1

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Pesquisa indica que quem usa vibrador tem melhor vida sexual

Se quando alguém fala em vibrador você imediatamente pensa em “sacanagem”, é melhor pensar de novo. Os brinquedinhos sexuais podem proporcionar às mulheres sexo de melhor qualidade e até uma vida mais saudável, fisicamente e mentalmente. É o que mostra um estudo feito pelo Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, nos EUA. A pesquisa foi realizada com um grupo de 2056 mulheres com idades entre 18 e 60 anos. Destas, mais de 52% declararam já ter usado um vibrador.

De acordo com os dados do estudo, as mulheres que usam vibradores fazem mais exames ginecológicos periódicos e autoexames do que as outras. “O que o vibrador traz para as mulheres é uma coisa que não tem preço, que é o autoconhecimento. Muitas mulheres têm vergonha de se tocar, de conhecer seu corpo. E a mulher que se masturba, com ou sem vibrador, se conhece melhor e sabe quando uma secreção está alterada ou se há algo diferente em seu corpo”, defende a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite, do ambulatório de sexualidade feminina da Unifesp. Continue lendo

Ginecologista do EUA diz ter encontrado o ponto G

Não é à toa que é difícil de encontrar. Um médico afirma ter provado que o ponto G realmente existe – mas diz que mede uns 8,1 milímetros por 3,6.

O ginecologista americano descobriu a zona erógena durante o exame em uma pessoa falecida. O pequeno pedaço de tecido, que dizem ser rico em terminações nervosas, causou fascínio e frustração em igual medida, desde a publicação de sua existência a mais de 60 anos atrás.

Muitos cientistas e médicos duvidaram que ela seja real, enquanto diversas revistas promoviam como o santo graal do prazer sexual feminino.

Dois anos atrás, um estudo britânico concluiu que o ponto G foi uma invenção da imaginação das mulheres, incentivada por revistas e terapeutas sexuais.

Mas o novo estudo, publicado no Journal of Sexual Medicine, afirma que existe e sua localização é na parede frontal da vagina. É mais ou menos onde especialistas do sexo dizem.

O ginecologista Adão Ostrzenski fez a descoberta durante um exame em uma mulher idosa polonêsa que morreu de um ferimento na cabeça. Dr Oztrenski, do Instituto de Psicologia, em São Petersburgo, Flórida, disse: “Este estudo confirma a existência anatômica do ponto G, que pode levar a um melhor entendimento e melhora da função sexual feminina.’

Fonte: Daily Mail

Homens e mulheres têm fantasias sexuais diferentes

Pense na maior loucura que você conseguir imaginar quando o assunto é sexo. Além de eventualmente fazer corar as bochechas, pensar em uma situação dessas não faz mal nenhum. E é assim com as fantasias sexuais. Toda pessoa saudável imagina situações sexuais que ainda não colocou em ação. Das práticas mais corriqueiras às inusitadas, em cenários reais ou fictícios, com o marido ou um astro da TV ou do cinema, a imaginação não precisa ter limites. Continue lendo

Quando ela geme, é ele quem chega ao orgasmo

O senso comum diz que, na hora do sexo, a mulher geme porque está prestes a chegar ao orgasmo. Respiração ofegante, palavras de incentivo e até gritinhos parecem indicar muito prazer. Pelo menos é desta forma que o momento do orgasmo é retratado nos filmes. Mas um estudo inglês publicado no periódico Archives of Sexual Behavior defende que a realidade não é bem assim. O gemido feminino seria um recurso de controle sobre a ejaculação do parceiro. Continue lendo

Sexo com o marido das outras

É uma estranha atração que me leva a procurar homens casados para ter sexo. A aliança, a posição de marido, o fato de poder dar mais prazer que a mulher dele, tudo isso me atrai. Só me envolvo com homens casados para aventuras sexuais, e nem quero nada sério. Será que tenho algum problema?

A sexóloga Fátima Protti respondeu esta dúvida no IG Delas, clique aqui e leia a máteria na íntegra.

 

Sexo a três: perdas, ganhos e relatos de quem já fez

Curiosidade, vontade de sair da rotina, saudade do frio na barriga: os motivos que levam um casal a procurar uma terceira pessoa para uma experiência de sexo em conjunto são os mais diversos. Fantasia sexual recorrente, tanto para homens quanto para mulheres, a prática pode gerar perdas e ganhos no relacionamento. Mas para o ménage à trois dar certo, alguns cuidados têm de ser tomados.

“Minha mulher e eu fizemos sexo a três duas vezes. Na primeira vez tudo deu certo”, conta um empresário paulista de 38 anos. “A ideia foi dos dois juntos, conversamos sobre a possibilidade de acontecer e chamamos uma amiga dela”. De acordo com o psicólogo Diego Henrique Viviani, pesquisador do Instituto Paulista de Sexualidade, é fundamental que haja acordo entre as duas partes antes de incluir a terceira pessoa. “Se o casal realmente busca uma nova prática sexual, ambos sentem-se à vontade com isso e a brincadeira será saudável”.

Se não há conversa nem acordo, a aventura fatalmente vai gerar um grande desencontro na cama – e depois fora dela. “Às vezes o homem e a mulher têm ideias diferentes sobre como esta relação vai acontecer. Uma das partes pode apenas observar, sem participar, ou todos podem participar ativamente. Mas se não houver diálogo e acordo antes, alguém pode se sentir deixado de lado”, explica a psicóloga e terapeuta sexual Lucia Pesca.

Foi justamente isso o que aconteceu na segunda experiência relatada pelo empresário. “Estávamos em uma festa e uma conhecida nossa começou a paquerar minha mulher. Tínhamos bebido muito, os três, e fomos para casa juntos. Chegando lá fomos para a cama. Minha mulher saiu do quarto, e quando voltou me viu transando com a outra menina. Ela ficou enciumada, nós brigamos, ninguém mais quis transar com ninguém e acabou por aí. Depois disso nunca mais fizemos sexo a três”.

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