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Mulheres preferem homens comprometidos


Uma aliança no dedo atrai mulheres. Se você já ouviu isso, ou já presenciou, saiba que um estudo da Oklahoma State University, nos Estados, comprovou que o sexo oposto se interessa mais por homens compromissados.

Os pesquisadores recrutaram 184 estudantes – metade solteira e outra metade em um relacionamento sério. Foram apresentadas a elas fotografias de homens de diversos tipos. Entre as solteiras que ouviram que os “modelos” também estavam livres, cerca de 59% demonstraram interesse em sair com ele. Já entre as que ouviram que ele era comprometido, 90% ficaram interessadas.

Agora dá para dizer, com certeza, que a grama do vizinho é mais verde.

Fonte: PlayBoy

Mapa mundial de perda da virgindade

O mapa foi criado através de uma pesquisa realizada em 2005. A média total no mundo para perda da virgindade é de 17,3 anos, 17,2 para as mulheres e 17,5 para os homens. O país mais cedo começar, quando o sexo é a Islândia, com uma média de 15,6, seguido de perto pela Alemanha, com 15,9, Suécia (16,1) e Dinamarca (16,1). No outro extremo da escala, temos os países que são mais lentos para perder a virgindade, liderado pela Índia, com uma média de 19,8 anos, seguido por Vietnã (19,6), Indonésia (19,1), Malásia (19 , 0) e Taiwan (18,9). O Brasil aparece na média entre 15,5 e 16,5.

Mulheres excitadas sentem menos nojo

E não perdem o nojo só em situações ligadas ao sexo, caro leitor. Excitadas, as mulheres sentem mais coragem até de usar papel higiênico do lixo (ui). Sério. Dá uma olhada.

pesquisa veio lá da Universidade de Groningen, na Holanda. As 90 voluntárias, meio malucas, foram divididas em três grupos: algumas seriam excitadas sexualmente (com filmes pornôs, vibradores e outras cositas), outras receberiam estímulos positivos, mas sem qualquer relação com sexo, e a outra turma seria neutra, sem sentir nenhum tipo de excitação.

Para excitar o pessoal, os gênios holandeses mostraram filmes pornôs ao primeiro grupo, aventura ao segundo, e umas cenas de trens e paisagens à turma que não podia se divertirneutra.

Depois de assistir aos vídeos, as mulheres tiveram de cumprir algumas tarefas nada prazerosas, como secar as mãos com papel higiênico usado, tocar em camisinhas usadas, lubrificar umvibrador e tomar um gole de suco com um inseto dentro. Elas não sabiam, mas era tudo uma farsa, todos os objetos eram novos e o bichinho no suco era de mentirinha. De qualquer forma, entre todas as participantes, as mulheres excitadas se mostraram bem mais dispostas a encarar os desafios nojentos. Entre os outros dois grupos não houve diferença.

E o estudo não parou por aí. Elas ainda tiveram de completar outras tarefas, do tipo fazerespetar um boneco de voodoo pensando em alguém ou abraçar a camiseta de um pedófilo(isso também era mentira). E, veja só, as mulheres excitadas, mais uma vez, ficaram menos constrangidas ao fazer coisas não tão corretas assim…  No fim da história, foi este o grupo que mais concluiu as tarefas.

Disso tudo os pesquisadores concluíram que a excitação sexual realmente diminui a sensação de nojo, em todos os aspectos. E mais: mulheres que acham o sexo nojento ou não sentem prazer em praticá-lo talvez estejam, na verdade, pouco excitadas. Eles só não sabem se o efeito é o mesmo nos homens.

Alguém aí se voluntaria a fazer o teste e contar o resultado para gente? Hehe

Crédito da foto: flickr.com/paix_et_amour

Fonte: Super Interessante

Pesquisa indica que quem usa vibrador tem melhor vida sexual

Se quando alguém fala em vibrador você imediatamente pensa em “sacanagem”, é melhor pensar de novo. Os brinquedinhos sexuais podem proporcionar às mulheres sexo de melhor qualidade e até uma vida mais saudável, fisicamente e mentalmente. É o que mostra um estudo feito pelo Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, nos EUA. A pesquisa foi realizada com um grupo de 2056 mulheres com idades entre 18 e 60 anos. Destas, mais de 52% declararam já ter usado um vibrador.

De acordo com os dados do estudo, as mulheres que usam vibradores fazem mais exames ginecológicos periódicos e autoexames do que as outras. “O que o vibrador traz para as mulheres é uma coisa que não tem preço, que é o autoconhecimento. Muitas mulheres têm vergonha de se tocar, de conhecer seu corpo. E a mulher que se masturba, com ou sem vibrador, se conhece melhor e sabe quando uma secreção está alterada ou se há algo diferente em seu corpo”, defende a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite, do ambulatório de sexualidade feminina da Unifesp. Continue lendo

Quando ela geme, é ele quem chega ao orgasmo

O senso comum diz que, na hora do sexo, a mulher geme porque está prestes a chegar ao orgasmo. Respiração ofegante, palavras de incentivo e até gritinhos parecem indicar muito prazer. Pelo menos é desta forma que o momento do orgasmo é retratado nos filmes. Mas um estudo inglês publicado no periódico Archives of Sexual Behavior defende que a realidade não é bem assim. O gemido feminino seria um recurso de controle sobre a ejaculação do parceiro. Continue lendo

Uma em cada dez pessoas já fez sexo no trabalho, diz pesquisa

Quando estiver no seu escritório, dê uma olhadinha em volta e imagine: uma em cada dez pessoas já fez sexo no local de trabalho. Pelo menos é o que diz a pesquisa divulgada pelo site de empregos norte-americano Glassdoor.

Mais de mil usuários do site responderam um questionário sobre amor e relacionamentos no ambiente de trabalho, e contaram sobre suas experiências. O resultado: 12%, ou seja, uma em cada dez pessoas, já fizeram sexo no escritório. E 88% das pessoas nunca fizeram, mas 22% já pensaram em colocar esta ideia em prática.

Vale lembrar que romances entre colegas de trabalho não são raros. Das mais de mil pessoas que responderam a pesquisa, 37% já se envolveram com algum colega. E a maior parte dos participantes, 51%, acha que não há problema nesse tipo de envolvimento.

Mas para um relacionamento entre colegas de trabalho dar certo, é bom prestar atenção em certas regras de comportamento. E antes de se animar demais dentro do escritório e fazer sexo em cima da mesa, lembre-se do bom e velho ditado: “onde se ganha o pão, não se come a carne”. Ainda mais em tempos em que tudo é vigiado por câmeras de segurança.

Fonte: IG

Calculadora sexual

“Prefiro carne bem passada”, me escreve uma amiga sobre suas preferências sexuais e as aventuras anteriores do namorado (ex-garanhão inveterado). “Mas confesso que me incomoda saber que ele transou tanto assim”. Pergunto a ela se, em vez desse cara incrível na cama, preferia um rapaz semi-virgem. Desses que procurariam o clitóris dela na região entre o joelho e o calcanhar. E concluo: se tivesse de escolher entre um homem que invadiu mais de cem latifúndios e outro que conhece apenas um território… ficaria com o desbravador. Assim, sem dúvida.

Mas desconfio que os homens não pensam como eu. Na hora de escolher que mulher querem ao seu lado, preferem um currículo zerado à vasta experiência. Mais de um amigo já me contou ter perdido a ereção e o rebolado diante de uma moça mais desinibida. Você, querido leitor, como reagiria se descobrisse que a sua ficante já transou com um número maior de pessoas que você? Qual o limite para assumi-la como namorada? Dois, dez, vinte?

Na semana passada, a FOX lançou em dvd o filme “What’s Your Number?” (em tradução livre, “Qual Seu Número?”). A comédia traz a atriz Anna Ferris no papel de Ally, uma garota inteligente, moderna e divertida que vive uma fase de desencanto – não tem o emprego, o amor ou a vida com que sempre sonhou. Até que ela lê um artigo de revista com o alerta: “pessoas que já transaram com mais de 20 perderam a chance de encontrar o amor verdadeiro”. Ally faz as próprias contas e chega ao número 19.

Não assisti o longa-metragem, mas fiquei bastante interessada por uma pesquisa realizada pela FOX durante a produção dele. Mil pessoas foram entrevistadas, em 23 países, sobre o assunto. A média mundial é de 12 parceiros sexuais: os homens declararam ter feito sexo com 15 pessoas e as mulheres, com 8. As dinamarquesas se mostraram as mais experientes, tendo dormido, em média, com 16. E os homens brasileiros (adivinhem!) responderam que já transaram com 27. Como a grande maioria deles adora contar vantagem, olho com certa descrença para esses números. E lanço um desafio: sem mentir nem arredondar para cima, você me diria com quantas pessoas já transou?

Fonte: Nathalia Ziemkiewicz – Sexpedia

Depilação melhora a autoestima sexual


As adeptas da depilação total ou parcial dos pelos pubianos têm uma vida sexual mais satisfatória do que as que optam pelo visual natural na região íntima. Esse é o indicativo de uma pesquisa conjunta da Universidade de Indiana e do Instituto Kinsey com 2.451 americanas. Ainda de acordo com os dados, 60% das mulheres jovens – entre 18 e 24 anos – optam pela remoção total dos pelos com frequência.

No mês anterior ao levantamento, 58,7% das pesquisadas não depiladas relataram ter recebido sexo oral. Já entre as que fizeram a remoção parcial, o índice subiu para 70,8%. As adeptas da depilação total se deram melhor ainda: 81,6% ganharam carinho com a boca de seus parceiros durante o período. Outras evidências apontadas foram: as depiladas são mais confiantes na cama e reportam mais satisfação sexual.

Os pesquisadores apontam que esse novo padrão na aparência vaginal é influenciado por diversos fatores. A presença constante de atrizes depiladas nos filmes eróticos é um deles. Outro é a mudança na modelagem das lingeries, que ao longo das últimas décadas foram ficando mais cavadas e se tornando inadequadas para o look “floresta” – propagado fielmente pela a atriz Claudia Ohana na revista Playboy de 1985.

Clique aqui para ler o artigo completo

Fonte: IG Delas

Pesquisa diz que quinta-feira é o melhor dia para fazer sexo

As quintas-feiras são os melhores dias para manter relações sexuais, concluiu um estudo da London School of Economics and Political Science. A pesquisa concluiu que o nível de cortisol (hormônio que estimula a energia sexual e reduz o estresse) atinge seu pico durante este dia da semana.

Segundo o estudo, nas primeiras horas da quinta-feira há uma maior produção de testosterona nos homens e do estrogênio nas mulheres e isso leva a um aumento na libido.

A pesquisa também concluiu que as terças-feiras são mais produtivas no trabalho, quartas-feiras são ideias para encontrar um amor e as sextas-feiras são as mais indicadas para parar de fumar.

Fonte: Revista Alfa

Dossiê da traição

Pesquisa exclusiva encomendada pela Revista VIP revela que a maioria esmagadora de homens e mulheres já traiu – e metade dos traídos perdoou o chifre. Diante dessa “festa”, sites para pessoas casadas que querem pular a cerca viram sucesso no Brasil.


Pular a cerca, tudo indica, está liberado – ou a caminho de ficar. Uma pesquisa inédita feita em todo o Brasil mostra que 73% dos homens e 64% das mulheres admitem já ter traído pelo menos uma vez em sua vida. A surpresa é que para 68% deles e 46% delas, entre os que estão comprometidos, a pulada de cerca não foi dada anos atrás, com o namoradinho de adolescência, e sim no relacionamento atual.
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